Implantado em Brasília, na nobre vizinhança da Praça dos 3 Poderes, o empreendimento, um centro empresarial, foi concebido para sediar autarquias federais, oferecendo andares corridos ou bipartidos. Logo após sua conclusão, deve ser ocupado pelo Ministério da Saúde.
O projeto estabelece a simetria como a ordem predominante. A articulação das duas torres (térreo + três pavimentos + cobertura) que conformam o complexo ocorre através de um pergolado em aço revestido e do vidro que cobre o grande pátio de acesso. Este pátio é colocado como um ponto de integração visual e funcional das torres, definindo um ambiente agradável tanto para os usuários em fluxo, quanto para contemplação.
Alcançado por uma ampla escadaria e rampas que atravessam uma colunata tríplice, o pátio faz jus ao caráter de monumentalidade dos edifícios da região, abrigando os pórticos que marcam os acessos internos para as torres. A conexão visual entre elas é mantida por sua forma em "U" espelhado, que concentra a circulação vertical ao centro, mantendo um vazio que atravessa os pavimentos e que se abre através de vidraças para o grande pátio.
Os efeitos da movimentação de luzes e sombras também acontecem através do espelho d´água. No exterior, a impressão é de que o complexo emerge da água que o contorna parcialmente e que adentra pelo pátio para formar uma queda d´água até o foyer interno, que está em nível inferior. Do foyer, que antecede o auditório para 200 pessoas, é possível observar o ir e vir pela passarela que o corta por cima, ao nível do pátio, unindo as entradas das torres.
A presença da água no edifício tanto direciona e anima o percurso dos usuários quanto contribui para a umidificação do clima seco da Capital Federal. Acima de tudo, a água representa a síntese dos fluxos que cortam e ao mesmo tempo conectam os diversos espaços do empresarial. Um exercício entre solidez e transparência; limites e reflexos; fluidez e permanência; dinamismo e desaceleração.
Alcançado por uma ampla escadaria e rampas que atravessam uma colunata tríplice, o pátio faz jus ao caráter de monumentalidade do SAF Sul, abrigando os pórticos que marcam os acessos internos para as torres. A conexão visual entre elas é mantida por sua forma em "U" espelhado, que concentra a circulação vertical ao centro, mantendo um vazio que atravessa os pavimentos e que se abre através de vidraças para o grande pátio.
Os efeitos da movimentação de luzes e sombras também acontecem através do espelho d´água. No exterior, a impressão é de que o complexo emerge da água que o contorna parcialmente e que adentra pelo pátio para formar uma queda d´água até o foyer interno, que está em nível inferior. Do foyer, que antecede o auditório para 200 pessoas, é possível observar o ir e vir pela passarela que o corta por cima, ao nível do pátio, unindo as entradas das torres.
A presença da água no edifício tanto direciona e anima o percurso dos usuários quanto contribui para a umidificação do clima seco da Capital Federal. Acima de tudo, porém, a água representa a síntese dos fluxos que cortam e ao mesmo tempo conectam os diversos espaços do empresarial. Um exercício entre solidez e transparência; limites e reflexos; fluidez e permanência; dinamismo e desaceleração. |